sábado, 25 de junho de 2011

O segredo está na substituição dos alimentos

Se é para obter bons resultados no futuro, valem os esforços feitos hoje. Um dos segredos é a substituição de alimentos por outros com fonte equivalente de nutrientes, e mais saudáveis.

Para a nutricionista Cristiane Zanela, professora do curso de nutrição da Universidade de Fortaleza (Unifor), não seria uma opção inteligente abolir o sal, o açúcar ou a gordura da alimentação. O prazer em comer tais alimentos é um fator que interfere na escolha deles e na não adaptação a outros, mas é preciso tentar mudar. “O ato de comer envolve bem mais que a ingestão de alimentos, envolve o prazer, o paladar. Estamos falando de ingredientes que fazem toda a diferença no sabor dos alimentos”.

Ela aconselha a substituição ou o consumo menor deles. “Em substituição ao açúcar, temos os adoçantes. Em substituição ao sal, temos o sal light e o uso de ervas que dão um sabor acentuado aos alimentos, tornando-os mais palatáveis”, aconselha.

Outra dica da nutricionista para a substituição é dar preferência aos alimentos naturais, como verduras e grãos, evitando industrializados. “Deve-se partir do princípio de que todos os alimentos industrializados necessitam de algum tipo de conservação para terem vida mais longa, normalmente estes conservantes são a base de sal ou açúcar”. Ela aponta o consumo de alimentos frescos, como grãos e verduras, como a melhor escolha. “O consumo de grãos ou verduras é melhor porque temos certeza que eles não têm nenhum tipo de conservante”.

Leite e ovos
Repleto de teorias que ora indicam os benefícios ora indicam os malefícios desses elementos, a  nutricionista Cristiane Zanela orienta. “Quando falamos do leite e dos ovos, não são estes alimentos que são ruins e sim o que eles carregam: gordura (leite) e colesterol (ovos). A opção seria sim a substituição por um outro tipo ou o consumo moderado destes alimentos”, adverte.

Atitude defendida também pelo doutor em cardiologia pela Universidade de São Paulo (USP), Ricardo Pereira Silva. Professor da área na Faculdade de Medicina da UFC, o médico recomenda que a ingestão do ovo ou do leite deve ser apenas controlada. “O ideal não é retirar. Não propomos isso a um paciente que apresente, por exemplo, hipertensão ou diabetes. O problema do ovo é a alta porcentagem de colesterol por causa da gema. Comer duas ou três vezes por semana é a dose recomendada”, explica.

Quanto ao leite, Pereira ratifica. “O indicado é substituir por um outro tipo. O leite integral, para os adultos, é o mais perigoso pois apresenta alta concentração de gordura saturada. Basta fazer a opção pelo leite desnatado”, aconselha. (Sara Rebeca Aguiar)


AS GORDURASAs gorduras são apontadas pelos médicos como as responsáveis pela obesidade e riscos cardíacos. Ainda assim, eles sustentam que elas são indispensáveis à saúde. “O que deve ser evitado é o excesso. Deve-se também observar o tipo de gordura que se consome”, avalia a nutricionista Bernadete Carvalho, do CIHD.

Na quantidade adequada, a gordura desempenha várias funções e reações químicas importantes. Algumas vitaminas, como a A, D, E e K, só são absorvidas com a ajuda das gorduras. Sob a pele, a gordura chamada de camada adiposa também protege o corpo contra o frio e os choques.

Há também a reserva energética. Quando se passa muito tempo entre um intervalo e outro das refeições, os carboidratos esgotam-se e o metabolismo começa a queimar a gordura acumulada para que os órgãos continuem funcionando.

É dessa lógica que vem a recomendação da nutricionista Dilbani Alencar, do CIHD. “É importante comer pequenas quantidades de alimentos saudáveis de três em três horas. Quando passamos muito tempo sem comer, o corpo compreende que precisa acumular energia e o metabolismo passa a absorver menos durante as refeições, o que origina as famosas gorduras localizadas”.

Ela explica que com o tempo, é ela que pode gerar sérios problemas cardíacos, já que pode acumular-se nas veias e artérias.  

Fonte: http://www.opovo.com.br

Linhaça Dourada X Linhaça Marrom

A linhaça dourada é produzida principalmente nos países do hemisfério norte, de clima frio. É de cor amarelada e apresenta sabor mais suave. A linhaça marrom é produzida nos países do hemisfério norte, de clima mais quente, assim como no Brasil. A diferença entre esses dois tipos de linhaça são basicamente estas, e a dourada, por ser exportada, é normalmente mais cara. A constituição das sementes é essencialmente a mesma.
A forma de consumo mais recomendada da linhaça é a triturada  e consumida na hora por possibilitar a melhor utilização de seus componentes, pois alguns componentes são sensíveis a luz, calor e umidade. Além disso, os óleos da linhaça já triturada podem oxidar e formar um composto de gosto amargo, reduzindo sua duração.
A linhaça é a semente do linho (Linum usitatissimum), utilizada há muitos anos como alimento.
É rica em fibras solúveis, que promovem o bom funcionamento do intestino, reduzem a absorção do colesterol, atrasam a absorção dos açúcares ingeridos, sendo portanto, bastante benéfica para diabéticos.
É também rica em vitaminas do complexo B, vitaminas C, E e A, ferro e zinco. De sua casca é extraído o óleo de linhaça, composto principalmente por Ômega 3 e 6. Estes óleos favorecem a produção de prostaglandinas pelo organismo, que aumentam a excreção de sódio pela urina, reduzindo os sintomas de retenção de líquido no período pré-menstrual.
As vitaminas A, C, E e o ômega 3, especialmente, são potentes agentes antioxidantes que protegem o corpo da formação de cânceres e do envelhecimento.
A linhaça é a maior fonte alimentar de lignanas, um composto similar a um hormônio feminino, o estrógeno, que reduz drasticamente na menopausa. Portanto, a linhaça atua como repositor hormonal natural, reduzindo os desconfortos da menopausa. Como a ação estrogênica das lignanas é baixa, ela também ajuda a prevenir o aparecimento do câncer de mama.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Restaurante Japonês

Muitos me perguntam sobre comida japonesa, então lá vai a dica:
Peixes, algas, frutos do mar, legumes, tofu… A culinária japonesa é associada a pratos leves, saudáveis e saborosos. Ou seja, perfeitos para quem está de dieta ou optando por uma alimentação mais saudável. Mas atenção: muitos sushis (bolinhos de arroz, alga e peixe cru) vêm acompanhados de cream cheese e molho agridoce (shoyu + açúcar), quando não são empanados e fritos. Última moda, os temakis (cones de alga recheados com muito arroz e maionese) também devem ser consumidos com parcimônia, coma um só e sem maionese. E cuidado com os japoneses que atendem no sistema rodízio, que induz à armadilha do “só mais um”. É melhor pedir um combinado tradicional: vem com sushi simples e sashimi (fatia fina de peixe cru).

Pedidos da pesada
É empanado? Fique longe, mesmo no caso do tempura (legumes e camarão envoltos em uma massinha de farinha de trigo e, depois, fritos). A porção vem com cerca de seis unidades – a de couve-flor tem cerca de 70 calorias cada uma. Até o yakissoba vegetariano merece alerta: se não quiser consumir perto de 700 calorias, divida o prato com seu namorado ou uma amiga.

Pratos que combinam com a dieta
Como geralmente não oferecem salada, comece a refeição com um missoshiru. O potinho desse caldo à base de soja fermentada acompanhado de vôngoli ou tofu (quijo de soja) tem só 60 calorias. Na sequência, peça uma porção de sashimi. Dependendo do peixe, você economiza muitas calorias: o salmão tem 320 em 150 gramas e o atum 220. Mas se preferir um prato quente, uma boa pedida é o teppan yaki (frango ou peixe grelhado com legumes) acompanhado de arroz: essa opção tem 300 calorias.

Isto ou aquilo
Cada sushi tem 40 calorias. Mas é impossível comer um só – você consome seis facilmente e aí o valor energético salta para 240 calorias. Ok, ainda está dentro do permitido em uma diets de baixa caloria. Mas se você achar que é pouco, mude o pedido: três sushis + uma porção de sashimi ou três sushis + uma porção de teppan yaki.

(Fonte: Boa Forma)

Microondas esteriliza esponjas de lavar pratos e panelas

Cientistas americanos descobriram uma nova arma contra os germes que causam o apodrecimento da comida: o forno de microondas.

Colocar esponjas de lavar pratos e panelas por dois minutos dentro do forno de microondas pode matar 99% dos microorganismos, de acordo com um estudo publicado no Journal of Environmental Health.

O calor, e não a radiação, é responsável pela esterilização de esponjas, disseram pesquisadores dos Estados Unidos.

Esponjas e panos de prato são freqüentes fontes de microorganismos causadores de intoxicação alimentar porque vírus e bactérias provenientes de ovos, carne e vegetais crus se propagam em condições de umidade.

Estima-se que uma esponja de cozinha possa conter 10 mil bactérias, inclusive E. coli e salmonella, em pouco mais de dois centímetros quadrados.

Gabriel Bitton, um perito em engenharia ambiental da Universidade da Flórida, e seus colegas contaminaram esponjas em água suja que continha bactéria fecal, vírus, parasitas e esporos de bactérias.

Em seguida, eles colocaram o material contaminado em um forno de microondas durante períodos de tempo diferentes.

Depois de dois minutos com potência total, 99% das bactérias haviam sido mortas.

A bactéria E. coli foi morta depois de apenas 30 segundos.

Esporos de Bacillus cereus - que são associados amplamente com vegetais e alimentos com contato com o solo e são normalmente muito resistentes a radiação, calor e substâncias químicas tóxicas - foram completamente erradicados depois de quatro minutos dentro do microondas.


Calor

Britton disse que o calor se mostrou mais fatal do que a radiação porque microondas trabalham agitando moléculas de água.

Ele recomendou que se coloque esponjas úmidas - e não secas - dentro do microondas para minimizar o risco de incêndio e que não se coloque no forno esponjas de aço do tipo bombril.

Dois minutos todos os dias serão suficientes para pessoas que cozinham regularmente, disse ele.

"Basicamente, o que constatamos é que nós podemos matar a maioria das bactérias em dois minutos".

"As pessoas costumam lavar esponjas no aparelho de lavar louça, mas se o que elas querem é descontaminá-las e não apenas limpá-las, deveriam usar o forno de microondas", afirmou.

terça-feira, 21 de junho de 2011

EXCESSO de SÓDIO na alimentação é VENENO !!!!

Ultimamente venho falando muito com meus pacientes durante os atendimentos sobre o sódio na alimentação, pois os alimentos estão cada vez mais ricos desse mineral e assim contribuindo na elevação  da pressão arterial... Muitas pessoas ja controlam com uso de medicamentos, com isso precisam modificar a dieta e mesmo assim acabam deixando a desejar. Ainda venho alertar que o consumo de alimentos industrializados ricos em sódio (temperos industriais, biscoitos recheados, macarrão instantâneo, etc...) são a causa da retenção de líquidos. E para aqueles que iniciam uma reeducação alimentar precisam diminuir esses alimentos da dieta e assim obter um resultado satisfatório e se sentirão melhor.

Para explicar o que eu venho sempre alertando, assiti 2 reportagens na TV GLOBO que muito me agradou e agora divulgo a você!

 
Estou disponível para qualquer esclarecimento sobre o assunto....


Simone Lage Procópio (Nutricionista)
Pós-Graduada em Nutrição Humana e Saúde
Pós-Graduanda em Nutrição Esportiva
Tel: (31) 8809-1680 ou 3488-5823
EMAIL: sinutrir@gmail.com
TWITTER:http://twitter.com/#!/sinutrir


MGTV 1 edição (12/03/2011)
http://g1.globo.com/videos/minas-gerais/v/maioria-dos-alimentos-industrializados-contem-sodio-e-consumo-excessivo-e-prejudicial/1458033/

Terra de Minas (12/03/2011)
http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2011/03/ervas-e-especiarias-valorizam-receitas-e-fazem-bem-saude.html

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

10 dicas para uma alimentação saudável !


Para ajudar as pessoas a ter uma dieta equilibrada, o Ministério da Saúde criou os 10 mandamentos da alimentação saudável. São atitudes que devemos tentar seguir no nosso dia-a-dia. Anote e aproveite:


1) Comer frutas e verduras. Por serem alimentos ricos em vitaminas, minerais e fibras. Pois elas melhoram a pele, unhas, disposição para as atividades do dia a dia e melhoram o funcionamento do intestino, entre outras coisas;

2) Para cada 2 colheres de arroz, comer 1 de feijão. Esses dois alimentos se complementam, principalmente no que diz respeito às proteínas (a proteína que falta em um, tem no outro e vice-versa). O hábito bem brasileiro de comer o arroz com feijão tem sido bastante recomendado!

3) Evitar gorduras e frituras. Comer em excesso alimentos ricos em gorduras pode provocar o aparecimento de doenças como a obesidade, doenças cardiovasculares, hipertensão e diabetes.

4) Usar 1 lata de óleo para cada 2 pessoas da casa por mês. Essa medida serve para a pessoa ter uma idéia da quantidade de óleo que deve ser usada no preparo dos alimentos. O importante é não correr o risco de usar óleo em excesso.

5) Realizar no mínimo 3 refeições principais e 1 lanche por dia. O ideal é comer de 3 em 3 horas. Isso evita longos períodos em jejum. O melhor é comer mais vezes por dia, mas em menores quantidades (aumentar a freqüência e diminuir o volume). Quem fica muitas horas sem se alimentar acaba sentindo bastante fome e comendo exageradamente, além de acumular a gordura e queimar a massa magra (músculos) — o mesmo acontece com quem não tem hora certa para comer ou “pula” uma das refeições.

6) Comer com calma e não na frente da TV. Quando a pessoa come com pressa, além de não saborear o alimento, demora mais tempo para ficar satisfeita e por isso come mais. É como se ela não desse tempo suficiente para o organismo “perceber” a quantidade de alimento ingerida. Comer e assistir à televisão ao mesmo tempo faz com que a pessoa se distraia e não controle a quantidade de alimentos que está consumindo(engorda). Além disso, as propagandas de produtos alimentícios despertam ainda mais o apetite e, por conseqüência, a gula.

7) Evitar doces e alimentos calóricos. É importante observar não só a quantidade, mas também a qualidade dos alimentos, pois muitos deles são pobres em nutrientes e ricos em calorias – em geral os doces e alimentos gordurosos. Comer exageradamente esses alimentos facilita o surgimento de doenças como obesidade, diabetes e doenças do coração, entre outras. Não é proibido comê-los, mas devem ser evitados o máximo possível.

8) Comer de tudo, mas caprichar nas verduras, legumes, frutas e cereais. Não é preciso “cortar” nenhum alimento da alimentação. Basta prestar atenção nas quantidades e dar preferência aos alimentos ricos em nutrientes, ao invés de calorias.

9) A ingestão de líquidos durante todo o dia é de muita importância, mas devem ser evitados junto às refeições. Devem ser ingeridos no mínimo 8 copos de água por dia ou outros líquidos.  
 

10) Atividade física: duração e freqüência. O ideal é fazer um pouco de atividade física todos os dias. Você não precisa ficar várias horas se exercitando e suando sem parar. “Pegar pesado” é para atletas. Cada um deve procurar uma atividade que lhe agrade, convidar um amigo para se sentir incentivado e buscar a orientação de um professor de Educação Física. O que não pode é ficar parado!


 Com essas dicas você já começa a equilibrar sua alimentação, melhorando seu hábito alimentar e sentindo-se melhor !!!





“Faça do alimento o teu remédio!” (Hipócrates 450 a.C.)

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

ALIMENTAÇÃO E QUALIDADE DE VIDA !!!



Não há dúvida. Existe uma relação direta entre nutrição, saúde e bem-estar físico e mental do indivíduo. As pesquisas comprovam que a boa alimentação tem um papel fundamental na prevenção e no tratamento de doenças. Há milhares de anos, Hipócrates já afirmava: “que teu alimento seja teu remédio e que teu remédio seja teu alimento”. É isso mesmo. O equilíbrio na dieta é um dos motivos que permitiu ao homem ter vida mais longa neste século.

A alimentação é usualmente tema de interesse das pessoas, porém, na prática, percebe-se que poucas pessoas apresentam comportamento alimentar sadio, quer seja por falta de conhecimento, quer seja por influência social e cultural dos meios de comunicação.
           
Uma alimentação balanceada pode lhe proporcionar:
·     Maior rendimento físico e mental;
·     Controle emocional;
·     Melhor composição corporal (musculatura firme e menos gordura);
·     Prevenção e controle de doenças;

A nutrição e a atividade física são, há muito tempo, um conjunto indispensável para a saúde e melhora da qualidade de vida.

A prática regular de atividade física traz muitos benefícios à saúde. Entretanto, para uma vida saudável, é necessário aliar o exercício físico a uma dieta balanceada, contendo alimentos de todos os grupos e nas quantidades adequadas.

A alimentação desempenha um papel importante na atividade física, pois prepara o organismo para o esforço, fornecendo os nutrientes necessários que irão variar de acordo com o tipo de exercício e o objetivo que se pretende alcançar como, por exemplo, perda de peso ou ganho de massa muscular.

Quando uma pessoa se preocupa com seu peso e procura ajuda, o lado positivo é aquele que diz respeito à saúde, pois o excesso de peso, a obesidade, por exemplo, leva a muitos problemas associados tais como diabetes, colesterol alto, hipertensão.

A grande procura pelo profissional nutricionista é a maioria das vezes para obter perda de peso. Atualmente as pessoas estão se conscientizando mais da importância do profissional e a procura vem aumentando dia após dia.

Mas antes, buscam alternativas onde seus objetivos possam ser alcançados rapidamente e assim utilizam “produtos” ou “dietas” de emagrecimento. Mas o que acontece é que elas são submetidas a restrições drásticas na alimentação e ocorrendo sim a perda de peso, mas momentaneamente. No entanto, assim que retoma a sua rotina, a pessoa volta a engordar novamente. Um regime de proibições e severas restrições influenciam muito no humor, pois o ato de comer é prazeroso. Existem muitos regimes e dietas com promessas absurdas, sendo estas perigosas para o bem-estar do indivíduo, pois as grandes restrições alimentares podem causar inúmeras deficiências nutricionais. Por isso, um regime severo não deve ser feito sem acompanhamento e sem apoio de um profissional. Por que essas pessoas não ganharam aqueles quilos de um dia para o outro, isso vem de um histórico alimentar. A forma mais correta seria buscar um profissional que orientasse uma educação alimentar, renovando os hábitos do indivíduo para que possam ocorrer mudanças e então aprendendo a comer, e os “quilinhos indesejáveis” não voltariam. 

Quando você busca um nutricionista pela primeira vez, você terá uma EDUCAÇÃO alimentar e não uma reeducação, pois o que tivemos em casa foi uma CULTURA alimentar e a partir de então estará aprendendo a balancear a alimentação.

A saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social
e não meramente a ausência de doenças e enfermidades.” (Cit. OMS)